terça-feira, 4 de junho de 2013

Mergulho

Queima bela na garganta
te faço única quando há tato
Contorce com dois dedos
suspira um não/sim
são nossas garrafas ao chão
na meia luz
a carne quente cheira
na ausência de qualquer tempo
boca contra
aos recém aparados pentelhos
pula em mim como pula em um rio

Um comentário:

  1. ...imaginei...a boca rio adentro....

    (fiquei salivando...)

    extremamente degustativo...hehe...

    Você é demais, D...POETAÇO!

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